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    Síndrome de Edwards - T18

    ESTRELINHAS



     
     

    Estrela Beatriz

    Esta é a Beatriz, a Totinha. Foi sua prima Simone de Curitiba-PR que nos procurou e deixou uma linda mensagem:

    "Hoje posso dizer que sou uma pessoa muito melhor, minha vida se divide em duas partes antes e depois do nascimento da minha princesa, nos tornamos pessoas melhores.

    Acredito que Deus nos envia anjos e quando a missão deles esta comprida eles voltam para o céu, foi isso que ocorreu com a minha gatinha, esta olhando para nos lá de cima."



    Escrito por Marília às 22h46
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    Uma Princesinha no Céu

     



    Escrito por Marília às 22h28
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    Ana Paula brilha no nosso céu

    A pedido da mãezinha Célia de Goiânia-GO, conheça a estrelinha Ana Paula que nasceu em 19/01/2007 e foi brilhar no céu em 07/06/2007.



    Escrito por Marília às 20h36
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    Estrelinha Amanda



    Escrito por Marília às 00h35
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    O céu do Blog

    Por vezes o céu brilha mais. É que todos os dias, chegam novas estrelas de todos os lugares. Agora temos o céu do blog onde estão as estrelinhas que se foram daqui, mas continuam a embelezar nossos olhos e nossa vida.

    O texto publicado pelo Pai da Luiza na Comunidade Pais de Crianças Especiais ilustra bem a nossa sensação quando nossos filhos vão...Nos últimos dias, a Luiza e a Carolina Aparecida não se foram, chegaram lá...

     

     "Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
    O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
    Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
    Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”.
    Terá sumido?
    Não, certamente.
    Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.

    Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato momento que alguém diz: “já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro” !!!
    Assim é a morte
    Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”
    Terá sumido? Evaporado?
    Não certamente.
    Apenas o perdemos de vista.
    O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas persistem dentro do mistério divino.
    Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: “já se foi” , no além, outro alguém dirá: “ já está chegando”.
    Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.
    Na vida, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar necessário.
    A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada."

     



    Escrito por Marília às 15h19
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